Edison Veiga escreve marionetes em forma de poemas
Em ‘Titereiro’, repórter escreve poesias para incomodar a existência
O títere (marionete) das poesias comandadas por Edison Veiga no seu novo livro de poesia lançado pela editora Patuá é, em uma palavra, o mundo: objetivo ousado, mas cumprido com graça pelo escritor e repórter do Estado. Titereiro é a segunda obra de poesia de Veiga, com um prefácio de Miguel Sanches Neto. A primeira, Enigma (2000), chegou às livrarias quando o autor tinha 15 anos – desde 2009, tem lançado livros entre o jornalismo e a literatura e participado de antologias. Em Titereiro, seus interesses estão na reflexão sobre o mundo e na invenção de um universo particular por meio do poema, sem deixar de lado, afinal, o amor
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