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Vida íntima do japonês

21 de janeiro de 2015
1 min de leitura
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Autor satirizando o movimento artístico do naturalismo

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Em Vita sexualis (Estação Liberdade, 136 pp., R$ Trad. Fernando Garcia), na calada da noite, o professor de filosofia Shizuka Kanai faz um retrospecto da tomada de consciência da própria sexualidade. Em forma de diário, esta narrativa de Ogai Mori (1862-1922)— considerada patrimônio cultural pela Unesco, publicada originalmente em 1909 e, até então, inédita no Brasil — traça um panorama da vida íntima japonesa na década de 1910, mostrando muito dos costumes e dos valores familiares e sociais da época e satirizando sutilmente o naturalismo, movimento artístico em voga na época.

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