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Zuenir é imortal

31 de outubro de 2014
1 min de leitura
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Jornalista vai suceder Ariano Suassuna na Academia Brasileira de Letras

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Zuenir Ventura foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras (ABL), na tarde de ontem (30). O novo acadêmico recebeu 35 votos e foi eleito em primeiro escrutínio. Thiago de Mello e Olga Savary, os outros dois candidatos à cadeira deixada por Ariano Suassuna, obtiveram um voto cada. Em 1988, Zuenir Ventura lançou o livro 1968 – o ano que não terminou (Objetiva), cujas 48 edições já venderam mais de 400 mil exemplares. Em 1994, lançou Cidade partida (Companhia das Letras), que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de Reportagem. Ainda na década de 1990, publicou O Rio de J. Carlos e Inveja – Mal secreto (Objetiva). Em 2003, lançou Chico Mendes – Crime e castigo (Companhia das Letras). Seus livros seguintes foram Crônicas de um fim de século (Objetiva) e Minhas histórias dos outros, 1968 – o que fizemos de nós e Conversa sobre o tempo (Agir), com Luis Fernando Verissimo. Seu livro mais recente é o romance Sagrada Família (Alfaguara). 

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