Biografia explora a carreira musical que Mussum largou
Grupo de samba do qual comediante fez parte ganhou festival da Record em 1968
A maior surpresa encontrada em três anos de pesquisa sobre a vida do trapalhão morto há 20 anos foi sua importância para a música, diz o autor da biografia Mussum Forévis Leya, 432 pp., R$ 49,90), Juliano Barreto. Frequentador das rodas de samba da Mangueira, Mussum começou na vida artística tocando reco-reco no conjunto Os Modernos do Samba. Depois fez parte d’Os Originais do Samba, que iniciaram a carreira com Elza Soares na casa noturna Fred’s, no Rio. Os músicos ganharam a primeira Bienal do Samba, promovida pela Record em 1968, acompanhando Elis Regina na canção “Lapinha”. Na década de 1970, Os Originais do Samba foram a banda de apoio de Jair Rodrigues em shows na Europa.
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