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Acordo ortográfico não abriu o mercado brasileiro ao livro português

28 de fevereiro de 2014
1 min de leitura

Essa era um dos argumentos usados a favor da implantação do acordo

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Ao estabelecer uma ortografia unificada, o acordo ortográfico (AO) iria facilitar a circulação do livro português no Brasil. Este foi, entre muito outros, um dos argumentos a favor da sua aplicação. Agora que, tanto em Portugal como no Brasil, boa parte das editoras adotou o acordo, essa promessa começa já a concretizar-se? A resposta parece ser negativa. Por exemplo, A LeYa, que tem um ramo brasileiro, usa a norma europeia nas edições portuguesas e a norma brasileira nos livros destinados ao mercado brasileiro. O diretor de comunicação do grupo, José Menezes, diz que o AO “não foi relevante” para os projetos da LeYa no Brasil e adianta que “dificilmente um livro publicado em Portugal pela LeYa sai no Brasil exatamente igual ao que saiu em Portugal, e vice-versa”.

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