Associação das Livrarias do Reino Unido não tomarão medidas contra e-books ofensivos
O problema é repassado aos agregadores de e-book
Após os escândalos no mês passado envolvendo e-books pornográficos vendidos na Kobo, Amazon, Nook e outras lojas online, a Associação das Livrarias do Reino Unido (BA) declarou que iria urgentemente analisar a situação e ver se uma iniciativa da indústria seria necessária. Hoje, porém, a BA anunciou que decidiu não tomar nenhuma medida nessa direção, passando o problema assim para os agregadores de e-books. Robert Sharp, diretor de comunicações do English PEN lembrou que as empresas deveriam tomar cuidado para não suprimir a liberdade de expressão: “Se a parceria Kobo/W H Smith tivesse existido em meados do século 20, então O amante de lady Chatterley e Lolita também seriam ofensivos. Cinquenta Tons de Cinza foi publicado originalmente como e-book autopublicado, então foi apenas por sorte que o livro de E L James não foi removido da mesma maneira”.
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