Biógrafo só não pode mentir, diz americano que escreveu sobre Al Capone e Marco Polo
Bergreen participou do I Festival Internacional de Biografias, em Fortaleza
Autor de livros sobre as vidas de Marco Polo, Al Capone, Louis Armstrong, James Agee e Irving Berlin, entre outros, o biógrafo e historiador americano Laurence Bergreen, 63, defende que pode-se abordar quase tudo a respeito de biografados – só não se pode mentir. “Nos EUA, as fronteiras entre liberdade de expressão e direito à privacidade são redefinidas toda vez que um novo caso vem à tona. Em geral, o direito de a sociedade ser informada tem precedência. Mas depende sobre quem se está escrevendo. Se é sobre uma pessoa anônima, ela tem direito à privacidade. Mas sobre uma figura pública pode-se escrever quase tudo, a menos que se minta intencionalmente, que se invente uma informação. Diz-se nos EUA que ‘a verdade é sempre uma defesa’: se você publica algo constrangedor sobre alguma figura pública, mas é verdade, nada pode ser feito”. Clique na matéria para ler a entrevista.
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