Celeste Antunes estreia na literatura com ‘Para Quando Formos Melhores’
Jovem de 22 anos conta que romance nasceu do desejo de entender o que acontecia ao seu redor
Celeste Antunes já escreveu e dirigiu uma peça de teatro – Fermento, sobre crescimento. Dirigiu o curta-metragem Fogo Baixo, que tem como pano de fundo a cidade de Cubatão. Na infância, chegou a gravar uma música com a mãe. Também fez um verso para outra música, que ficaria famosa na voz do pai. Nesta quarta, aos 22 anos, faz sua estreia na literatura com o breve romance Para Quando Formos Melhores (Editora 34, 104pp., R$29). Não que ela tenha optado, agora, pela escrita. Celeste, que trocou a faculdade de letras da USP pela de cinema da Faap, onde cursa o quinto semestre, está experimentando. “Estou descobrindo se quero comunicar alguma coisa, se isso é possível e se sou capaz, e de que forma posso fazer isso”, conta em sua primeira entrevista sobre o romance e sobre seu possível novo ofício. O lançamento é hoje, 06/11, às 19h30, no Bar Sabiá (Rua Purpurina, 370).
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