Ar-condicionado da FBN ficará pronto ‘em até seis meses’
Galeno Amorim, presidente da fundação responsável pela entidade, assina nesta quarta convênio para que Fundação Getúlio Vargas indique a solução para 24 problemas da instituição
Numa nova tentativa de solucionar o problema e em meio a críticas sobre as condições gerais do prédio da biblioteca, Amorim, cujo gabinete está sem ar-condicionado desde que o equipamento foi desligado, em maio, anunciou que a instituição assina nesta quarta um contrato com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Fechamos um acordo com a FGV para que, nas próximas semanas, ela avalie a situação e diga qual é a melhor opção: alugar equipamentos de ar-condicionado temporários ou comprar aquele que será o sistema definitivo”, disse Amorim. “Seja qual for a solução apontada pela FGV, ela estará pronta em até seis meses”. O drama das altas temperaturas é apenas um dos 24 problemas que a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) repassa à FGV para que ela, em até 18 meses, aponte uma solução. Até meados deste ano, diz Amorim, além do sistema de refrigeração da casa, também já terá sido reparado o sistema de combate a incêndios.
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