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Se o mundo é uma selva, a ordem é ser agressivo

22 de janeiro de 2013
2 min de leitura

O que faz a diferença não é necessariamente a oportunidade em si, mas a visão de quem a aproveita e a condição de estar preparado para o momento

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O mundo corporativo é uma selva e quem quiser dele participar tem de estar preparado para enfrentá-la. Nessa selva, os obstáculos aparecem por todos os lados e é preciso lutar ferozmente para vencê-los a cada dia. Exatamente como faz um tigre em sua luta pela sobrevivência. E por que o tigre e não o leão, aquele da expressão “matar um leão por dia”? Porque, para Renato Grinberg, autor de A Estratégia do Olho do Tigre (Gente, 173 pp., R$ 24,90), as características desse felino aproximam-no melhor do cotidiano empresarial. O tigre tem garra, força, inteligência e vai para a luta decidido a vencer. A estratégia do olho do tigre anunciada no título do livro se traduz por uma avaliação lúcida que cada pessoa deve fazer sobre suas forças e suas fraquezas, de forma a atingir suas metas mais rapidamente. Mas, para não se abater diante das dificuldades, não basta a garra. Também será preciso distinguir-se pela dedicação e resiliência -, esta última, uma qualidade muito valorizada atualmente no mundo dos negócios, característica de quem consegue lidar com problemas sob extrema pressão sem perder o equilíbrio emocional.

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