Obras, contratos e, vá lá, água fresca
A Feira do Livro de Frankfurt, que terminou neste domingo, é o raio X de um segmento em fase de mudança
Distração para quem está na Feira do Livro de Frankfurt: tirar uma foto segurando uma plaquinha com uma palavra especial. Há 22 anos participando da feira, Alexandre Dórea Ribeiro, da DBA, resolveu experimentar agora. Respirou fundo, escreveu “calma” e fechou os olhos. Assim ele estará em uma das imagens que a organização espalha pelos pavilhões. A palavra escolhida pelo editor resume a lição aprendida com a prática pela maioria dos brasileiros que visitam, todos os anos, a maior feira de livros do mundo. “Comprar com pressa e com editoras dando lances em leilões só é bom para quem vende. Os livros são comprados no desespero e, mesmo que vendam bem, geralmente não pagam o investimento”, conta Diego Drummond, diretor da Escala, que fez sua primeira visita à feira em 1997, mas só começou a frequentá-la assiduamente em 2006.
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