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É preconceito dizer que só jogador não lê

13 de maio de 2012
1 min de leitura

Zagueiro do Corinthians, Paulo não só é um devorador de livros como já se arriscou a escrever um para chamar de seu

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Caso não fosse um personagem de novela, Tufão poderia conseguir bons conselhos de leitura com seu colega de profissão Paulo André. Zagueiro do Corinthians, Paulo não só é um devorador de livros como já se arriscou a escrever um para chamar de seu. Em março, ele lançou O jogo da minha vida (Leya, 304 pp., R$ 39,90), que aborda os bastidores e dilemas da carreira de um atleta profissional de forma bem diversa do clichê “dinheiro-mulher-farra”. Entre seus livros prediletos, ele cita Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez, O príncipe, de Maquiavel, e O banquete, de Platão.

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