É preconceito dizer que só jogador não lê
Zagueiro do Corinthians, Paulo não só é um devorador de livros como já se arriscou a escrever um para chamar de seu
Caso não fosse um personagem de novela, Tufão poderia conseguir bons conselhos de leitura com seu colega de profissão Paulo André. Zagueiro do Corinthians, Paulo não só é um devorador de livros como já se arriscou a escrever um para chamar de seu. Em março, ele lançou O jogo da minha vida (Leya, 304 pp., R$ 39,90), que aborda os bastidores e dilemas da carreira de um atleta profissional de forma bem diversa do clichê “dinheiro-mulher-farra”. Entre seus livros prediletos, ele cita Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez, O príncipe, de Maquiavel, e O banquete, de Platão.
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