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Para gostar de ler

13 de novembro de 2010
1 min de leitura

Rede de megabibliotecas públicas e programa de distribuição de livros gratuitos renovam gosto pela leitura em Bogotá

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Em 2007, a cidade de Bogotá foi agraciada, pela Unesco, com o título de Capital Mundial do Livro. O galardão não vinha ao acaso. Seis anos antes, a capital da Colômbia inaugurara três megabibliotecas públicas – fruto da Biblored, um programa municipal ao qual se incorporam, hoje, outras 17 casas de leitura. Em 2001, ano em que o programa foi instaurado, contabilizou-se 1,741 milhão de visitas às bibliotecas do Biblored. Em 2009, na última contagem, o montante havia pulado para 4,623 milhões. Yolanda Nieto, diretora da Biblored, aponta que, antes, a biblioteca Luís Angel Arango, principal centro de consultas do país, recebia 3 milhões de visitas ao ano. Em 2005, quatro anos após a implementação da rede, este número continuava igual. “Mas nós, da Biblored, registramos outras 3 milhões de visitas. Ou seja, criamos uma demanda”, conclui. Segundo dados da Biblored, em quase uma década, a média de livros lidos por pessoa na capital pulou de 1,2 para 1,8 ao ano.

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