Para ouvir, tocar, ler
Histórias para serem ouvidas, faladas, reinventadas, manipuladas, lidas. Esta é a proposta da Floresta de Livros, espaço que nasceu na Bienal do Rio para atrair, prestigiar e incentivar os jovens leitores de hoje e, quem sabe, os grandes leitores de amanhã. Para alcançar seu objetivo, a Floresta lançará mão de muitos recursos como árvores que “falam” e cujas copas formam palavras; o Livro Mágico (telas de LCD nas quais os visitantes poderão “folhear” obras), e duas Salas Secretas, repletas das obras que os visitantes ouviram e viram até ali. João Alegria, idealizador e curador do espaço, conta que a ideia é que o leitor faça o trajeto completo da palavra. “Sem a narração de histórias a civilização não existiria, isto é o que podemos identificar de mais antigo na Humanidade”, lembra Alegria, pesquisador da área de mídia e educação.
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