Debates, leituras e até uma floresta de livros
Com um investimento de R$ 1,7 milhão (30% a mais do que na edição passada), a programação cultural da Bienal 2009 foi planejada de acordo com três imperativos, conta o vice-presidente do Snel, Roberto Feith: renovar os antigos formatos, qualificar os debates e segmentar as atrações de acordo com os diferentes públicos que frequentam o Riocentro. A renovação se inspirou no formato de maior sucesso do evento, o Café Literário, que serviu de modelo para a criação de outro espaço de conversas com autores, o Mulher e Ponto. Assumindo a curadoria do Café Literário este ano, o escritor, crítico e professor de Literatura da Uerj Italo Moriconi conta que procurou manter a personalidade do espaço, reforçando uma de suas características principais: a mistura de estilos e gerações.
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