Secretaria diz que programa requer ajustes
A Secretaria da Educação admitiu que o programa Ler e Escrever, que usa os livros criticados, precisa de “ajustes”. Afirmou, porém, que o projeto tem tido bons resultados – cada aluno, diz, poderá ter acesso a até 200 títulos. Sobre a nova obra criticada, afirma que ela se refere a assuntos que “o noticiário aborda, as crianças estão expostas”. “A escola precisa tratar desses temas. Mas com supervisão”, afirmou a diretora de projetos especiais da FDE (fundação da secretaria responsável pela compra), Claudia Aratangy. Durante a entrevista, Aratangy disse que analisava retirar o livro das salas de terceira série e deixá-lo para os alunos mais velhos, com supervisão. Mais tarde, a assessoria de imprensa afirmou que a decisão já havia sido tomada. “O poema é uma ironia, não está incentivando uso de drogas ou os crimes. Mas ele precisa de uma mediação para ser lido”, afirmou Aratangy.
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