Museus apostam em tecnologia
Oferecer um bom acervo não é mais garantia para um museu manter suas portas abertas. Ele tem de ser bom também em interatividade, entretenimento e conforto, pelo menos se a ideia for alcançar um resultado parecido com o do Museu da Língua Portuguesa (Praça da Luz, s/nº. Tel.: 11 3326-0775), no centro de São Paulo, que diariamente recebe em média 1.500 visitantes, se transformando em recordista de público no segmento. Antigos projetos, agora remodelados, também seguem o mesmo rastro. Nesta quarta, por exemplo, o Instituto Butantã (Av. Vital Brasil, 1.500. Tel.: 11 3726-7222), que nasceu como um centro de pesquisas biomédicas no início do século passado – inaugurou o Centro de Difusão Científica, um anexo com duas salas de exposições, cafeteria, livraria e um cinema 3D. Trata-se de um espaço de mil metros quadrados construído num galpão da década de 1930, antes usado como marcenaria do complexo da instituição, hoje formado por centro de pesquisa, biblioteca, hospital e, entre outros departamentos, quatro museus e um serpentário, a grande atração da casa, com 54 mil exemplares.
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