Mundo visto pelos cartuns
O hábito tornou-se enraizado: tão logo uma nova edição da revista The New Yorker é lançada, boa parte dos leitores não se interessa de imediato pelos artigos, mesmo que, ao longo de sua trajetória (a primeira edição saiu em fevereiro de 1925), a publicação tenha abrigado textos de escritores do primeiro escalão (John Cheever, J. D. Salinger, Vladimir Nabokov e Philip Roth, entre outros notáveis). “O cartum é, há décadas, a primeira coisa que seus leitores procuram”, atesta o crítico, jornalista e colunista do Estado, Sérgio Augusto, que, ele mesmo um fã confesso da publicação, preparou três coletâneas temáticas dos desenhos, lançadas nesta semana pela editora Desiderata (96 pp., R$ 49,90 cada). Os três volumes lançados agora trazem material sobre cachorros, gatos e terapia. Em julho, virão livros sobre médicos, advogados e dinheiro. Para o ano que vem, está prevista a publicação de uma coletânea de cartuns feitos por mulheres, sobre relacionamentos.
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