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Do sofrimento à paz interior

18 de março de 2009
1 min de leitura
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Encorajada pelo Dalai Lama, Ani Chöying Drolma conta em Minha voz pela liberdade (Rocco, 192 pp., R$ 28 – Trad. Rejane Janowitzer) sua infância perturbadora e o destino único que forjou para si. Depois de passar anos sendo maltratada física e moralmente pelo pai violento, ela conseguiu passar do ódio à compaixão, da sujeição à liberdade e do sofrimento à paz interior. Ser monja, para Drolma, foi, inicialmente, a única saída que viu para evitar o infeliz destino da maioria das mulheres de seu vilarejo. A estratégia da jovem demorou alguns anos para se concretizar: muito nova, o mestre deixou-a viver mais alguns anos em família. Pensando nisto, a autora fundou em 2000 a Arya Tara School para monjas. Além da educação monástica, as mulheres recebem também educação básica, aprendendo a ler e escrever.

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