Casa das Américas distingue escritor brasileiro
Escritores da Bolívia, Argentina, Brasil e Porto Rico foram os vencedores da edição número 50 do Prêmio Literário Casa das Américas, a que concorreram 624 originais de 19 países. O júri distinguiu o romance El exilio voluntario, do boliviano Claudio Ferrufino-Coqueugniot, Mañana es lejos, do argentino Eduardo Rosenzvaigen, na categoria Testemunho, e, na literatura para crianças, La prometida del señor de la montaña o La doncella del Huillallaco, do também argentino Yoli Fidanza. O prêmio de literatura brasileira coube a Réquiem, de Ledo Ivo, e o prêmio extraordinário Latinos en EE.UU foi para Bugalú y otros guisos: ensayos sobre culturas latinas en Estados Unidos, do portorriquenho Juan Flores. À margem dos prêmios oficiais, um comitê da Casa das Américas atribuiu os prêmios honoríficos José Lezama Lima de poesia a El alternado paso de los hados, do peruano Carlos Germán Belli, e José Maria Arguedas de narrativa a La ceiba de la memoria, do colombiano Roberto Burgos. O prêmio honorífico de ensaio Ezequiel Martínez Estrada foi ganho por Globalización e identidades nacionales y postnacionales – De qué estamos hablando?, do chileno Grínor Rojo.
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