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Editora Planeta regressa ao mercado português

27 de janeiro de 2009
1 min de leitura

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A Planeta regressa a Portugal para concorrer num mercado editorial bastante disputado, depois de no final de 2007 ter vendido a chancela Dom Quixote ao Grupo Leya. Para o seu responsável, Juan Mera, que também regressa, esta situação não o preocupa e está certo que há espaço para o projeto que lidera. Além de que, explica, não há razão para estar presente em quase toda a Europa e ausente de Portugal. “Apesar de editarmos em português, no Brasil.” Na próxima semana serão lançados os primeiros cinco títulos e até ao fim do ano a Planeta pretende multiplicar esse número por sete. Os livros que vêm nesta primeira fornada são de diversos gêneros – não haverá coleções – e, pode dizer-se, testam as sensibilidades do leitor nacional. É o caso de um novo autor americano, Sam Savage, que escreveu a história do rato Firmin, que devora livros devido à sua paixão pela literatura; de um dos grandes nomes das letras espanholas, Juan José Millás; do aproveitamento do filão Carlos Ruiz Záfon com um guia sobre Barcelona; da brasileira Lya Luft e, por fim, de um bem provável best-seller: a primeira biografia de Michelle Obama.

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