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A força da Estante Virtual

24 de janeiro de 2009
2 min de leitura
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A Estante Virtual completa três anos em 2009 como um dos mais bem-sucedidos empreendimentos do mercado editorial dos últimos anos. Começou, em 2007, com um faturamento de R$ 6 milhões, pulou ano passado para R$ 18 milhões (um milhão de livros vendidos) e a estimativa para 2009 é de R$ 36 milhões. O criador do portal, que hoje congrega 1.296 sebos e livreiros virtuais do Brasil, é o jovem André Garcia, de 32 anos. “Esse crescimento exponencial se deve à imensa demanda represada que existia, de pessoas que poderiam, e queriam usufruir de toda a riqueza literária dos sebos, mas que não tinham tempo de bater pernas sebo após sebo.” Esse “Google dos sebos” permite que, em poucos segundos, o leitor seja apresentado a uma lista de ofertas do produto: atualmente, há quase quatro milhões de obras indexadas. Desde 2007, também houve o crescimento de mais de 100% na quantidade de sebos e livreiros virtuais. Segundo Garcia, pode parecer exagero falar em duplicar o faturamento em período de crise, mas esta, ao contrário, pode ser combustível para seu negócio. “Esta previsão existe, entre outras coisas, por causa do cenário atual. Em meio à crise, continuam havendo faculdades, cursos, colégios e leitores habituais. Os sebos são por definição a resposta mais eficaz para essa demanda.”

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