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Filho de João Goulart lança livro sobre o exílio da família
09 set 2026
Portugal deve manter em Macau uma Livraria Portuguesa independentemente do local que esta ocupa, defendeu nesta terça-feira o cônsul português, Pedro Moitinho de Almeida. O cônsul, que até ao final do ano deverá abandonar Macau para ocupar o cargo de embaixador de Portugal em Otava, no Canadá, respondia assim à possibilidade de venda da Livraria Portuguesa, incluindo o espólio, revelado pela Rádio Macau. A Livraria Portuguesa está concessionada a uma empresa liderada por Aloísio da Fonseca, um dos primeiros presidentes do Instituto Português do Oriente, depois de alguns anos em que o espaço foi gerido pelo próprio IPOR e onde foram acumulados prejuízos.
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