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A nova velha jogada das editoras

03 de outubro de 2008
1 min de leitura
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No início de setembro, os freqüentadores do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, descobriram uma nova forma de parceria. Uma das três lojas antes ocupadas pela Livraria Cultura foi reaberta, agora com livros de apenas uma editora. “A Companhia das Letras por Livraria Cultura, que é o nome do espaço, será um showroom permanente apenas da editora”, comenta Pedro Herz, presidente da Cultura. “Creio que é a primeira experiência do gênero no mundo.” A parceria reforça um segmento do mercado que cresce com velocidade: o de editoras mantendo livrarias com seu próprio nome. Algumas tradicionais, como Saraiva, Vozes, Cortez, seguem seu padrão habitual, enquanto outras, como Martins Fontes, Nobel, passam por pequenas mudanças a fim de ganhar uma personalidade própria. E, engrossando a fila, a Brasiliense, que marcou época no século passado, volta a abrir as portas para o público em dezembro, quando inaugura sua livraria no mesmo prédio que vai abrigar sua diretoria, no bairro de Pinheiros.

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