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Consulta pública sobre nova ortografia recebeu só 12 e-mails

30 de setembro de 2008
1 min de leitura

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Antes de elaborar o decreto que foi assinado nesta segunda-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o MEC (Ministério da Educação) realizou uma consulta pública para que os brasileiros fizessem sugestões de como a nova ortografia deveria ser posta em prática. Ao longo das três semanas da consulta, chegaram ao governo apenas 12 mensagens. Nenhuma delas foi aproveitada. O MEC recebeu as contribuições no mês passado, pelo e-mail [email protected]. A consulta pública havia sido noticiada em todo o País por sites e jornais. A não ser por F.G. (o MEC forneceu à Folha apenas as iniciais dos nomes), que sugeriu que o “senhor ministro da Educação” fizesse um “pronunciamento à nação sobre as mudanças”, as mensagens simplesmente não trataram da implementação das novas regras. V.R. questionou sobre a existência do hífen em “afrodescendente” e “afro-brasileiro”. E.B. solicitou uma cópia das novas regras “em PowerPoint”. A maioria dos participantes pediu mudanças no acordo.

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