O mito da morte eficaz e econômica
Em 1991, revoltado com a forma como era ensinado o curso de História, o mexicano Guillermo Arriaga decidiu criar uma trama em que misturava personagens reais com fatos totalmente ficcionais. Surgiu O esquadrão guilhotina (158 pp., R$ 30 – Trad. Carla Branco), que a editora Gryphus lança durante a Bienal do Livro, que abre suas portas no próximo dia 14. Célebre não apenas por sua obra literária mas também pelo roteiro de filmes famosos (Amores Brutos, 21 Gramas, Três Enterros e Babel), Arriaga será o principal nome do evento literário, desembarcando em São Paulo no dia 15. Também chega sob a honra de ter o primeiro filme que dirigiu, The Burning Plain, na lista dos principais concorrentes do Festival de Veneza, que ocorre no final do mês. O Esquadrão Guilhotina foi seu primeiro romance, escrito em 1991, e conta a história de um advogado de origem aristocrática que tenta vender ao temido Pancho Villa, um dos mais temidos generais da Revolução Mexicana (1910-1928), um aparelho revolucionário para executar prisioneiros.
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