Publicidade
Voltar CLIPPING

Biblioteca Nacional abre seu Inferno

01 de agosto de 2008
2 min de leitura

Publicidade
Publicidade

Três mil pessoas freqüentam a Biblioteca Nacional todo mês, mas pouquíssimas são as que conhecem seu “Inferno”. É lá que ficam guardadas as obras consideradas malditas, que, em algum momento da história brasileira, por questões políticas ou morais, foram alvo de censura. Desses arquivos saíram folhetos e livros em português e em línguas estrangeiras, do século 16 ao 20, que compõem a pequena, porém bem interessante exposição Obras raras e homoerotismo – Tesouros bibliográficos sobre o prazer entre iguais, aberta ao público até o dia 22. Estão em exibição 21 obras, selecionadas por Ana Virgínia Pinheiro, chefe da Divisão de Obras Raras, e sua equipe. Ao longo dos anos, elas foram “escondidas” na seção pelos bibliotecários, que, dessa forma, as protegeram da destruição. Assim aconteceu com Minha Luta, escrito por Adolf Hitler em 1923, e com livros sobre comunismo, por exemplo. A exposição foi aberta no dia 28 de junho, Dia do Orgulho Gay e da Consciência Homossexual.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade