Psicoterapia em literatura de entretenimento
Os livros do psiquiatra Irvin Yalom, professor emérito de Stanford, são um fenômeno editorial de vendas. Os números brasileiros são formidáveis: Quando Nietzsche Chorou, lançado no Brasil em 2003, vendeu 521,8 mil exemplares; A Cura de Schopenhauer, de 2005, 119,2 mil; Mentiras no Divã, de 2006, 108 mil; Os Desafios da Terapia, lançado em 2007, já vendeu 43,2 mil exemplares; O Carrasco do Amor, também do ano passado, 18 mil exemplares. Sai agora Mamãe e o sentido da vida (Agir, 248 pp., R$ 34,90 – Trad. Elvira Serapicos), que já aparece entre os dez mais. Yalom anda, portanto, na casa dos 820 mil exemplares vendidos, só no Brasil. Quais as razões de tanto sucesso? A pergunta martela em minha cabeça.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


