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Livro de Benazir Bhutto é testamento contraditório

23 de fevereiro de 2008
1 min de leitura

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Menos de dois meses após sua morte, em um atentado, a ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto ainda provoca polêmica mundo afora. Afinal, antes de seu desaparecimento, ela deixara uma espécie de testamento de seus ideais e crenças políticas: o livro Reconciliação: Islã, democracia e o Ocidente, recém-publicado em alguns países, mas ainda inédito no Brasil. As resenhas sobre a obra têm sido divergentes, na mesma medida em que o próprio papel político de Benazir, em vida, foi analisado de forma discordante pela mídia. O New York Times, por exemplo, é rigoroso: “Reconciliação é um livro estranho”, diz o texto de Patrick French. Estranho, neste caso, quer dizer contraditório.

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