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A irreverência de Fernanda Takai

14 de fevereiro de 2008
1 min de leitura
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Quando a banda Pato Fu surgiu, em 1992, foi um choque. O público não estava mais acostumado com tanta imaginação, tanto experimentalismo, características das mais fortes na produção nacional dos anos 60 e 70. Mas o grupo apareceu e, em pouco tempo, conquistou a simpatia do público com suas letras bem humoradas e ritmos “malucos”. Uma coisa em especial chamou atenção logo de cara: a mulherzinha, com pouco mais de um metro e meio, de voz suave, que se escondia atrás de uma guitarra. Era Fernanda Takai, que acaba de lançar pela seu primeiro livro. Nunca subestime uma mulherzinha (Panda Books, 136 pp., R$ 24,90) é uma reunião de contos e crônicas publicados pela autora nos jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas, com prefácio escrito por Zélia Duncan.

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