Vieira de Mello e o Iraque
Em agosto completam-se cinco anos da estúpida morte de Sérgio Vieira de Mello. O mais influente diplomata brasileiro dos últimos 50 anos desenvolveu sua carreira bem longe dos corredores do Itamaraty. As duas principais homenagens póstumas de brasileiros foram o documentário “A Caminho de Bagdá” (2004), de Simone Duarte, e uma antologia de textos de e sobre ele organizada por Jacques Marcovitch (Edusp, 344 pp., R$ 56,58). Não surpreende, assim, que sua primeira grande biografia saia no mês que vem nos Estados Unidos, com a assinatura de ninguém menos que Samantha Power, vencedora do Pulitzer de 2003 por Genocídio (Companhia das Letras). Um extrato de Chasing the Flame: Sergio Vieira de Mello and the Fight to Save the World saiu na semana passada na “The New Yorker” sob o título algo bíblico O enviado.
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