O físico como astro
Albert Einstein (1879-1955) não é o tipo de personagem sobre quem se pergunte ‘para que uma nova biografia?’. O pai da teoria da relatividade foi também uma figura pública célebre e controversa, além de ter se tornado a própria imagem do gênio. Logo, sua história nunca será suficientemente explicada e será sempre tema de biografias e estudos sem-fim. Além disso, a abertura no ano passado de cartas inéditas escritas por ele, que estavam no espólio de sua enteada, lançou alguns feixes de luz sobre seu comportamento. Na biografia de Walter Isaacson, Einstein – Sua vida, seu universo (Companhia das Letras, 675 pp., R$ 64), que acaba de chegar ao Brasil e já é best-seller em vários países, essas cartas servem para mostrar como ele foi ainda mais rebelde em relação às convenções – científicas, mas também sociais.
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