A felicidade está cada vez mais distante
O filósofo Franklin Leopoldo e Silva admite que uma pessoa não precisa saber o que é a felicidade para ser feliz. No entanto, seu espírito crítico logo alerta para o fato de que, sendo felizes ou não, as pessoas julgam se estão satisfeitas a partir de uma idéia de felicidade apresentada por um modelo político e psicossocial. Trocando em miúdos, o homem nutre a necessidade de ser feliz não porque tem somente um desejo subjetivo, mas porque sofre uma manipulação externa. O professor de história da filosofia contemporânea da USP escreveu Felicidade – Dos Filósofos Pré-Socráticos aos Contemporâneos para apresentar a vontade de satisfação como uma questão ética, e não como uma idéia abstrata, longe de ser realizada e causadora de imensas angústias. Leia trechos da entrevista.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


