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A felicidade está cada vez mais distante

14 de outubro de 2007
1 min de leitura

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O filósofo Franklin Leopoldo e Silva admite que uma pessoa não precisa saber o que é a felicidade para ser feliz. No entanto, seu espírito crítico logo alerta para o fato de que, sendo felizes ou não, as pessoas julgam se estão satisfeitas a partir de uma idéia de felicidade apresentada por um modelo político e psicossocial. Trocando em miúdos, o homem nutre a necessidade de ser feliz não porque tem somente um desejo subjetivo, mas porque sofre uma manipulação externa. O professor de história da filosofia contemporânea da USP escreveu Felicidade – Dos Filósofos Pré-Socráticos aos Contemporâneos para apresentar a vontade de satisfação como uma questão ética, e não como uma idéia abstrata, longe de ser realizada e causadora de imensas angústias. Leia trechos da entrevista.

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