Sem verba, acervo de Jorge Amado corre risco de perecer
Mais de 250 mil documentos que retratam sete décadas de vida literária e política de Jorge Amado (1912-2001), um dos escritores brasileiros mais conhecidos e traduzidos no mundo, correm risco de deterioração. Entre as peças há manuscritos, cartas, edições dos primeiros livros, dissertações de mestrado, teses de doutorado, fotografias com personalidades e medalhas. Em crise financeira, a Fundação Casa de Jorge Amado, que abriga o acervo do escritor, cortou o funcionamento do sistema de ar-condicionado, demitiu 50% dos seus funcionários e, a partir de amanhã, passa a adotar mais duas medidas de contenção de despesas – o horário de funcionamento ao público será das 13h às 19h (até sábado era das 10h às 18h) e o Café Teatro Zélia Gattai, também localizado no casarão, será fechado definitivamente.
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