Cosac festeja 10 anos com lançamentos
Em dezembro de 1997, surgiu no rarefeito mercado brasileiro de livros de artes visuais uma editora com um nome longínquo e propostas sofisticadas, mas que soavam um pouco fora da realidade. Um dos primeiros títulos da Cosac Naify foi Barroco de lírios, monografia de Tunga. Dez anos depois, uma caixa com seis livros do artista plástico, que sai em novembro com tiragem limitada de 500 cópias, marca os dez anos da editora, que já imprimiu sua marca de qualidade gráfica e editorial no mercado brasileiro. O livro de Tunga é a cereja de um bolo de cerca de 20 lançamentos. Associada ao que parecia ser uma espécie de mecenato, a Cosac Naify não existiria sem o impulso – pessoal e financeiro – de uma figura pouco convencional, o editor Charles Cosac, 41, que em 1996 voltou ao Brasil depois de morar 15 anos na Inglaterra.
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