Cartas da Guerra
Escrever é algo fundamental em tempos de guerra. Para manter a sanidade ou a própria noção de humanidade, foi o que descobriu o autor Andrew Carroll. Uma mulher manda uma última carta para um marido que ela sabe que morreu em combate. Um militar em campo de prisioneiros escreve um diário para a mulher, pois não tem como enviar cartas, e nem sabe se ela deu à luz o seu segundo filho. Um kamikaze envia a última mensagem para a mãe. Um sobrevivente deposita uma carta aos companheiros mortos num monumento nacional. Esses são alguns exemplos das Cartas do front (Zahar, 440 pp., R$ 49 – Trad. Sérgio Lopes), livro organizado por Carroll, agora editado no Brasil. O americano é um dos principais convidados da 13ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que começa no próximo dia 13/09.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


