O poder transformador de Passo Fundo
Uma palavra parece acompanhar cada escritor que faz sua estréia na Jornada Literária de Passo Fundo: deslumbramento. É como se, na pequena cidade gaúcha, o poder transformador da literatura saísse do plano das idéias e ganhasse forma sem as amarras do pragmatismo. Ou a comprovação empírica de que livros podem ser decisivos na vida de leitores sensíveis. Na 12ª Jornada Nacional de Literatura, que começa na segunda, mais de 100 escritores e 16.500 leitores discutem as relações entre arte e leitura, forma e conteúdo, tema desta edição. Debaixo da já tradicional lona das letras estarão o historiador italiano Carlo Ginsburg, o dramaturgo cubano Reinaldo Montero, o moçambicano Mia Couto e os brasileiros Milton Hatoum e Moacyr Scliar, entre outros.
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