Uma declaração de amor à Química
Com um Prêmio Nobel no currículo (ganho em 1981) e uma vocação para a poesia materializada em alguns livros, Roald Hoffman decidiu empreender a tarefa de mostrar as belezas da Química aos “não iniciados” e defender eloqüentemente uma ciência situada entre o infinitesimal e o monumental. O resultado foi o livro O mesmo e o não-mesmo (341 pp., R$ 49), que é lançado agora em português pela Editora Unesp. Este trabalho de Hoffman é freqüentemente comparado ao que Stephen Hawking fez em relação à cosmologia, tornando acessíveis concepções científicas que antes estavam envoltas por uma aura de inviolabilidade. Mas, ao contrário do físico britânico, o químico polaco-americano não evita o uso de fórmulas e diagramas complexos.
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