Zahar cresce mantendo velhos hábitos
A “química familiar” também funcionou para a família Zahar, que dirige uma das editoras mais tradicionais do mercado, com origem nos anos 50. Ana Cristina Zahar, filha do patriarca Jorge Zahar (1920-1998), lembra-se da época em que “todos os editores eram amigos, havia ética e existia espaço para todos”. Ela dirige com a filha Mariana a editora no mesmo prédio que há décadas abriga a casa pioneira em livros de ciências sociais no Brasil, no centro da cidade, com vista para o Aterro do Flamengo e a baía da Guanabara. Hábitos antigos, como o almoço conjunto com todos os funcionários no terraço do edifício, continuam sagrados. “Agora, como cresceu, precisamos fazer o almoço em dois turnos”, diz Mariana.
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