O longo caminho da independência na América
Sobre as ruínas do antigo e poderoso império espanhol, ferido de morte pela invasão napoleônica à Espanha em 1808, nasceu a maior parte das nações do continente americano. Mas os processos de independência, ao contrário do que muitos imaginam, não foram o ponto final para a formação desses países, mas sim o início de uma longa e complexa jornada em busca tanto de limites físicos como de identidade nacional que dessem forma e conteúdo a esses territórios. O tema é tratado na série de livros Revoluções de independência e nacionalismos nas Américas (Editora Paz e Terra, 1.300 pp., ), cuja primeira obra, sobre a região do Prata e Chile, foi lançada quinta-feira (31/05) no Rio. Os livros são coletâneas de artigos de historiadores e de documentos importantes até então nunca traduzidos para o português, organizados pelos professores da PUC-Rio Marco Pamplona e Maria Elisa Mäder.
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