Papelarias ampliam mix e prevêem crescimento de 10%
A disputa é acirrada. Desde que supermercados e lojas de departamentos passaram a oferecer material escolar em suas prateleiras, principalmente no início do ano, e alguns governos estaduais começaram a comprar diretamente da indústria kits de material escolar para alunos da rede pública, as tradicionais papelarias buscam alternativas para não perder mercado. Sidiney Patriani Fusco tem aplicado as novas tendências dentro de sua loja, a Papelaria Aliança, fundada há 26 anos no bairro do Limão, em São Paulo. Nos últimos dois anos, Fusco quase dobrou a quantidade de itens da papelaria, para cerca de 5 mil, e está reformando a loja, para aumentar a área em 20%. Dessa forma, poderá trabalhar com livros (já que não há uma livraria na região) e ampliar a seção de informática.
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