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Aliás e a propósito

06 de abril de 2007
1 min de leitura

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Cartas trocadas com Érico Verissimo, Paulo Mendes Campos, Rubem Braga e Marly de Oliveira poderão ser vistas na exposição em homenagem a Clarice Lispector, que o Museu da Língua Portuguesa inaugura no final de abril. O único dos correspondentes de Clarice que ficará de fora será Manuel Bandeira. Seu agente, Alexandre Teixeira , o mesmo que havia cobrado R$ 20 mil para autorizar poemas do mestre num programa didático da Rede de TV Educativa, foi o único representante a querer dinheiro para que as correspondências fossem expostas. Bandeira — perde a cultura brasileira e o público — ficou de fora, lamenta Joaquim Ferreira dos Santos.

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