Paixão de Cristo vira ato político em ensaio
Há dois anos o ator e diretor Mel Gibson provocou polêmica com seu filme A Paixão de Cristo, que deixou a comunidade judaica particularmente irritada com o retrato antipático de religiosos judeus negociando com romanos pagãos a prisão e crucificação de Jesus. Enquanto os cristãos mais exaltados recebiam o filme com entusiasmo, os cristãos moderados, conformados com a acusação de que fomos todos nós os responsáveis pela morte de Jesus, irritaram-se com a interpretação algo distorcida da paixão de Cristo pelo ex-Mad Max. Foi assim que uma dupla de acadêmicos, um de origem luterana e outro católico, decidiu escrever como resposta A última semana (Nova Fronteira, 256 pp., R$ 29,90), justamente dedicado aos derradeiros dias do Messias, do Domingo de Ramos à Páscoa.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


