Sérgio Augusto, o homem que sabia (e ainda sabe) demais
Faz mais de cinco anos que Lado B (Record) chegou às livrarias e sua leitura ainda continua obrigatória – ali, sob a brincadeira com o lado B do velho disco de vinil, que muitas vezes trazia a melhor e mais cult faixa do disco, o jornalista Sérgio Augusto, colaborador do Estado, reuniu as melhores crônicas que até então publicara nas revistas Bravo! e Bundas. Nada de textos efêmeros: por colaborar com a interpretação do espírito de uma época, trata-se de um material que pertence a “uma longa e exemplar trajetória intelectual”. A definição partiu de outro intelectual, Moacyr Scliar, que faz a apresentação de As penas do ofício (Agir, 310 pp., R$ 35), nova seleção de textos, agora os publicados apenas na Bravo!, recentemente lançada pela editora Agir.
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