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Defesa da cultura ou da privacidade

01 de março de 2007
1 min de leitura

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A petição que motivou o pedido de retirada das livrarias de Roberto Carlos em detalhes é baseada em três pilares: invasão de privacidade, danos morais e uso de imagem não autorizada. Para o advogado Marco Antonio Campos, que há dez anos defende os interesses de imagem do rei, a publicação foi um choque “porque quase toda a mídia sempre respeitou a vida íntima do cantor”. No texto da ação são listados trechos considerados ofensivos. Como encontros etílicos com a cantora Maysa e outros mais íntimos, com a atriz Sônia Braga. Ou ainda as orgias que supostamente aconteciam no Chatô do Imperial – que incluíam menores de idade e estranhas práticas com um pastor alemão.

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