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Amor, poder e traição no antigo Egito

28 de fevereiro de 2007
1 min de leitura
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Ela reinou há três mil anos (1380-1345 a.C.) e foi uma das mais belas e polêmicas mulheres de todos os tempos. Adorada por seu povo como uma deusa, enfrentou os sacerdotes e estimulou o marido, o faraó Aquenáton, a criar um único deus para o Egito – Aton, o Deus Sol -, jogando por terra todos os outros. Os sacerdotes, fonte de grande poder na 13ª dinastia do antigo Egito, odiaram-na de tal forma que podem ter profanado o seu sarcófago, para ferir sua múmia. Ela pode ter sido também o faraó que enfrentou Moisés, o líder dos hebreus. Nefertite – Amor, poder e traição no antigo Egito (Geração Editorial, 288 pp., R$ 39,90, trad. Hercullano Villas-Boas), de Jacqueline Dauxois, conta a história da personagem que já rendeu filmes e documentários em todo o mundo.

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