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Carta fora do baralho

28 de fevereiro de 2007
1 min de leitura
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Quinto volume da série As aventuras de Erast Fandórin, que já vendeu mais de 11 milhões de exemplares em todo o mundo, O valete de espadas (Suma das Letras. 192 pp., R$ 33,90, trad. Mônica Braga), de Boris Akunin, faz uma releitura da ópera picaresca, um dos gêneros clássicos do romance policial. Na Moscou de 1886, Anissi, um pobre rapaz feio, tímido e sem sorte, que vive de serviços menores, certo dia esbarra com a possibilidade de um futuro radioso e cheio de delícias jamais saboreadas – entre as quais o sexo frágil. Mas o responsável por essa reviravolta de seu destino não é a Providência, e sim um certo Valete de Espadas, sujeito realmente pouco recomendável. O Valete é um trapaceiro misterioso que anda percorrendo a Rússia e abatendo-se sobre as cidades como uma tormenta.

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