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O grotesco e o clássico na guerra dos foliões

18 de fevereiro de 2007
1 min de leitura

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Não é um ensaio sobre o carnaval, mas sobre a relação entre concepção política e produção de imagens. O estudo nasceu como uma investigação sobre o cartaz em sua forma moderna, isto é, aquele que surgiu no século 19 e ganhou as ruas como meio de comunicação. No entanto, cresceu e ficou mais abrangente. Assim, o livro Estética de multidão (Record, 128 pp., R$ 29,90), da professora de arte carioca Bárbara Szaniecki, dedica um capítulo inteiro à renovação do poder na estética carnavalesca, isto é, sobre como esses festejos acabaram oferecendo uma visão de mundo diferente da cultura oficial.

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