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À luz de Goya

17 de fevereiro de 2007
1 min de leitura

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“Leia o livro; veja o filme.” Aos 75 anos, Jean-Claude Carrière, célebre roteirista de filmes do diretor espanhol Luis Buñuel, como “A Bela da Tarde” (1967) e “Este Obscuro Objeto do Desejo” (1977), inverteu a fórmula: escreveu um roteiro e, a partir dele, um romance, Os fantasmas de Goya (Cia das Letras, 320 pp., R$ 44 – trad. Ari Roitman e Paulina Wacht), que chega agora ao Brasil. Ele lembra à Folha que já adaptou muitos romances, mas diz que é a primeira vez em sua vida que passa de um escrito feito para o cinema a um outro, voltado para o leitor de livros. Carrière começou como escritor aos 23 anos com a ficção Lézard (lagarto), que vendeu 700 exemplares, e que ele descarta reeditar. De seu apartamento em Paris, o roteirista e escritor francês fala sobre os caminhos do cinema e sobre a experiência inédita de Os fantasmas de Goya.

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