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Ecos do Pasquim nas prateleiras

10 de fevereiro de 2007
1 min de leitura

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De todos os acontecimentos literários observados no país em 2006, pelo menos um passou razoavelmente despercebido, ainda que seus protagonistas tenham sido alguns dos maiores talentos da imprensa brasileira. Em apenas dez meses, uma feliz coincidência colocou nas prateleiras de lançamentos oito livros de jornalistas que, de alguma maneira, estiveram ligados ao “Pasquim”, jornal criado em dezembro de 1969 e tido como o mais bem sucedido da história da imprensa nanica brasileira. O fenômeno, que também tem se traduzido em vendas, parece não dar sinais de desgaste: neste ano que mal começou, já foram lançados outros dois títulos – As penas do ofício (Agir, 310 pp., R$ 34,90), coletânea de ensaios de jornalismo cultural de Sérgio Augusto, e Jeremias, o bom (Melhoramentos, 144 pp., R$ 39), reunião de todos os cartuns do personagem criado por Ziraldo no fim dos anos 60. E outros livros ainda estão a caminho.

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